
Economia circular (Projeto Reinventar)
Coordenação motora, autonomia e valor social-ambiental — projeto ESG documentado e replicável.
Uma abordagem sistêmica de inclusão produtiva de PCDs — do acolhimento à estabilidade no emprego.
Emprego Apoiado para sustentar permanência, com respeito às responsabilidades do PCD e da empresa.
Três fases integradas que acompanham a pessoa com deficiência — e a empresa — em cada etapa da inclusão produtiva.
A entrada é com cuidado e rotina. Aqui a IENF constrói o que sustenta o futuro: convivência, disciplina, autonomia e segurança para a família.
Acolhimento individual e familiar
Recepção, escuta, observação e vínculo com a pessoa com deficiência e a família. Orientação, proximidade e responsabilidade.
Rotina e socialização
Convivência, regras simples, atividades em grupo e experiências externas para ampliar repertório cognitivo e social do PCD.
Pré-requisitos para o trabalho
Foco, ritmo, cooperação, autorregulação e coordenação — a base que sustenta a inclusão produtiva de PCDs no mercado.

A metodologia acontece na prática: oficinas contínuas e projetos estruturantes que trabalham cognição, convivência, coordenação, comunicação, autonomia e preparação produtiva de PCDs.
Oficinas base (metodologia integral)
Música, dança/expressão, artesanato, jogos e inclusão digital — com desenvolvimento humano e social de pessoas com deficiência.
Inclusão digital e letramento para o trabalho
Uso de computador, ferramentas e rotina de tarefas — preparando PCDs para funções administrativas e operacionais.
Projetos com propósito (ESG/impacto)
Economia circular (Projeto Reinventar) e iniciativas culturais — projetos ESG documentados, auditáveis e replicáveis com impacto social real.

A inclusão real não termina na contratação. A IENF acompanha e mede permanência, mediando o que o RH tradicional não consegue sustentar sozinho.
Preparação para rotina de trabalho
Postura, combinados, convivência, previsibilidade e adaptação progressiva do PCD ao ambiente profissional.
Mediação e acompanhamento (Emprego Apoiado)
Apoio contínuo ao colaborador PCD e interface com a empresa — reduzindo atritos e aumentando estabilidade.
Permanência como métrica central
Marcos de 3, 6 e 12 meses — foco em reduzir turnover e custos invisíveis da inclusão de PCDs mal sustentada.

Oficinas e projetos estruturados: desenvolvimento de PCDs com aplicação real e potencial ESG.

Coordenação motora, autonomia e valor social-ambiental — projeto ESG documentado e replicável.

Ferramentas e rotinas para funções administrativas e operacionais — capacitação de PCDs para o mercado.

Ritmo, disciplina, cooperação e comunicação — desenvolvimento integral de pessoas com deficiência.
O foco é resultado sustentado: estabilidade do colaborador PCD, previsibilidade para o RH e segurança para a família.
Como medimos sucesso: permanência após 3, 6 e 12 meses, redução de turnover nas vagas mediadas e evolução de autonomia do PCD.
Oficinas e projetos com prática recorrente — desenvolvimento integral de PCDs antes de qualquer promessa de vaga.
Emprego apoiado como mediação para permanência de PCDs, respeitando limites e responsabilidades de ambos os lados.
Permanência e estabilidade como norte: marcos de 3, 6 e 12 meses e redução de rotatividade nas vagas mediadas.
ESG · Projetos estruturados · Impacto documentado
Cada fase da metodologia IENF produz evidências verificáveis: desenvolvimento de PCDs documentado por oficina, permanência no emprego medida por marcos, projetos de economia circular auditáveis. Empresas que financiam ou estruturam projetos com a IENF têm acesso a indicadores concretos para composição de relatórios ESG corporativos — com rastreabilidade e histórico de 20 anos.